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18 de agosto de 2018

Deus não faz experiências


Ézio Pereira da Silva

“Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão 
insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!” - Romanos 11.33.
“... em quem (Jesus Cristo) todos os tesouros da sabedoria e do 
conhecimento estão ocultos” Colossenses 2.3.

A necessidade de fazer experiências pressupõe desconhecimento parcial ou total, ignorância voluntária, ou involuntária, do pesquisador com relação ao objeto da pesquisa.

Quando cientistas realizam diversos ensaios e experiências, em laboratório ou fora dele, fazem porque o conhecimento deles é consideravelmente limitado.

Normalmente, desejam ter informações sobre a constituição, origem, funcionamento e comportamento de algo, material ou virtual, frente a substâncias, similares ou não, materiais ou mesmo de seres humanos, em níveis físicos, morais ou sociais.

Deus, como é o Autor, Criador, Proprietário Único e Absoluto da verdadeira Ciência, não faz experiências. Ele sabe todas as coisas de forma plena e perfeita.

Ele não é como o ser humano, que faz experiências para ver se as coisas dão certo ou errado. Para ver se elas funcionam ou não.

Ele já conhece perfeitamente todas as coisas desde as suas origens, pois foi quem as idealizou, projetou e criou. Ele não precisa fazer experiências.

Deus proporciona ao ser humano condições necessárias para fazer experiências, a fim de que descubra e aprenda como as coisas são e como se comportam; como funcionam e como devem funcionar.

Por isso, quando Deus faz algumas afirmações na sua Palavra, pseudocientistas ficam alarmados e escandalizados, porque não percebem nem entendem a natureza das coisas, não possuindo conhecimento suficiente para discerni-las.

Considerando que muitos deles, desprovidos de humildade e invadidos pela vaidade, arrogância e orgulho, se perdem em sua presunção. Visto que se julgam donos do saber ou dominadores da ciência, se ofendem e se sentem diminuídos quando questionados.

Demasiadamente soberbos para se sujeitarem Àquele que conhece, plenamente e de fato, todas as coisas, não admitem a ideia de descerem do pedestal da loucura e do materialismo antideus.

Com isso, perdem a oportunidade de conhecerem a real e verdadeira ciência, que é o conhecimento de Deus.

No entanto, se se deixarem persuadir, poderão, através de experiências inteligentes e sábias, conhecerem com profundidade e verdade não só coisas físicas, como também, a mente sábia e inteligente daquele que criou todas elas.

Esse momento pode se tornar bastante interessante, por oportuno que é, para qualquer pessoa conhecer, por experiência própria, o Deus que não precisa de experiências para conhecer todas as coisas mas, propicia ao ser humano a oportunidade de ter sua própria experiência para conhecê-lo.

Assim, podem ter a certeza que serão verdadeiros cientistas e, consequentemente, mais úteis à sociedade.

Melhor, ainda! Se decidirem submeter seus conhecimentos e suas próprias vidas a Jesus Cristo, certamente colherão, pessoalmente, do próprio Autor da Ciência, aquilo que jamais receberiam de outra forma: a salvação e a vida eterna.

Essa é a verdadeira Ciência e Sabedoria! É eterna!













31 de julho de 2018

A Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal

Ézio Pereira da Silva

Gênesis 2.8-9; 15-17; 3.1-24


Houve alguém que sempre viveu sem as dificuldades, fadigas e problemas tão comuns aos meros mortais; sobreviveu sem problemas de ordem financeira, livre de enfermidades, preocupações, sentimentos de aflição, dores, saudades, raiva, frustrações, decepções, desprezo, mágoas, angústias, paixões, piedade, traições, rancores, sentimentos de perda, revolta e inúmeros outros.

Esse mesmo ser sempre desfrutou do melhor que a vida pode oferecer, conviveu com uma paz efetiva, pertenceu a uma família harmônica, possuiu bom relacionamento com a sociedade, governo, justiça e, durante sua existência, sempre foi uma pessoa afortunada e feliz. Nunca, jamais se viu em qualquer adversidade. Ou seja, realmente alguém que só viveu no contexto do bem.

Claro! Essa é uma concepção fictícia. Excetuando-se a pessoa de Jesus, nunca existiu ninguém com esse histórico. Mas, imaginemos alguém assim!

Quem, por acaso, pudesse nascer e viver somente sob a tutela do bem, jamais conseguiria conhecer e muito menos entender o que, de fato, é o bem. Qualquer ser humano só tem condições de perceber a existência, a essência e o caráter do bem, por meio da adição e confrontação de um outro elemento completamente oposto ao que já tenha vivenciado. Um contraponto! Um contraste real!

Esse elemento, imprescindível para informar e trazer à consciência a existência e a essência real do bem, conhecemos como o mal moral. Tão somente em comparação com o mal moral é que o ser humano tem condições de perceber e entender o que, de fato, é o bem. Se não tiver o mal como contraste e referencial, o bem jamais pode ser reconhecido como o bem moral, na sua essência. 

Uma pessoa só tem condições de sentir uma sensação de prazer, por exemplo, pela presença prévia de um desprazer, durante um tempo suficiente que o coloque em um estado indesejável de incômodo que lhe provoque um desejo de se ver livre dele. 

Isso é possível exatamente pela interrupção e ausência desse desconforto, após haver passado um lapso de tempo pela desagradável experiência.

É o caso da cessação de uma dor aguda e persistente, depois de uma pessoa ter sofrido a sua sensação dolorosa. Sem o concurso desse sofrimento, ela jamais poderá obter essa preciosa sensação de alívio.

Alguém já disse, brincando, que “gostaria de sofrer um tempo de dor só para ter o prazer de sentir o alívio do sofrimento que ela provoca”.

O que vai definir a quantidade e a qualidade do bem que alguém terá é a quantidade e a qualidade do mal que lhe sobreveio. É a vitória depois da batalha que só pode ter lugar com o advento da guerra. Sem esta, aquela é impossível.

A Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal

Neste ponto é que entra o concurso da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal na história do ser humano.

Para que serviu a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal no Jardim do Éden? Ela teria alguma função especial? Sim! Qual seria a sua função? Qual a necessidade de ter sido ela plantada ali?

Deus fez brotar no Jardim do Éden a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal com um objetivo definido. Como o próprio nome informa, ela foi estabelecida naquele lugar com um propósito definido e uma finalidade específica: a de fornecer ao ser humano o conhecimento.

Conhecimento de quê? Conhecimento do bem e conhecimento do mal! De que forma? Experimental. Por contraste. A fim de que o ser humano pudesse distinguir entre um e outro e obtivesse a capacidade de discernimento e de escolha.

Ela foi colocada no jardim do Éden, a fim de que o ser humano tivesse, por experiência, o conhecimento do bem e do mal. Foi usada como elemento coadjuvante, necessário à formação do nível da consciência humana adequado para discernir entre o bem e o mal.

Deus não criou robôs! Ele criou seres inteligentes, pensantes, livres, com capacidade de escolha e, consequentemente, responsáveis por suas decisões.

Deus não força ninguém a andar em seus caminhos. Concedeu, porém, aos seres humanos a livre escolha de decidirem, por si próprios, se querem seguir a Deus e o bem ou, se não querem.

Apresentou aos pais da raça humana o bem e o mal para que, de maneira inteligente, isto é, com responsabilidade, pudessem decidir e, como seres livres, tais como foram criados, escolhessem livremente o caminho que desejassem.

Por isso, a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal fazia parte do processo de formação e aperfeiçoamento do ser humano, quanto à sua constituição moral.

Observe atentamente essa informação! A Árvore não era má! Ela não produzia o mal. Ela era a Árvore do Conhecimento! Proporcionava o conhecimento de ambas as coisas: do bem e do mal e a relação entre elas de forma experimental, através da capacidade da comparação.

O objetivo final de tudo isso visava a criação de seres humanos como verdadeiros e espontâneos adoradores do Deus Criador, além de forçar a manifestação do mal na sua essência, a fim de ser aniquilado para sempre.

Numerosas vezes, ao promulgar um juízo através de castigo ou punição, Deus anunciava o efeito didático do referido mal dizendo: "... e saberão que Eu Sou o Senhor”! Ou seja, tendo coercitivamente contato com o mal como um elemento imposto, eles conseguirão entender a bondade e soberania de Deus.

O ser humano teria oportunidade de conhecer um e outro: o bem e o mal. E, entre ambos, o produto ou resultado final, através da relação entre as duas realidades. E isso, não só na experiência mas, também, na percepção e no entendimento da essência de cada uma delas.

A partir daí, o mal moral já não seria mais um inimigo oculto, não manifesto. inexistente, irreal, fictício. Ao mal, foi imposto, pelo Senhor Deus, que se tornasse claramente notório pela criatura recém criada e formada à imagem e semelhança de Deus.

Dessa forma, não sendo obrigado a escolher o mal, por ter sido capacitado com discernimento, o ser humano pode, de maneira sábia, fazer a escolha certa, reconhecendo Jesus Cristo como o Único Senhor e Salvador de sua vida.

Com essa decisão, o ser humano mostra que compreendeu todo o sentido e finalidade desse instrumento de Deus, plantado no Jardim do Éden.

Feliz aquele que der crédito a essa verdade!



15 de abril de 2015

O Verdadeiro Deus

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Ézio Pereira da Silva

Você conhece a DEUS?


"... Que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro..." - João 17.3.


Com essa simples pergunta, nem estou me referindo, ainda, ao necessário e imprescindível conhecimento experimental, pessoal, real, que precisamos ter de Deus, mas simplesmente, meramente, tão somente ao conhecimento escriturístico; do texto da Bíblia Sagrada.

Isto é, você conhece a Deus, pelo menos conforme a Bíblia o apresenta?
 

Precisamos conhecer e considerar algumas premissas essenciais a respeito do conhecimento de Deus, conforme as Sagradas Escrituras o revelam.

Se não as conhecermos, não as entendermos, não crermos nelas, e não aceitarmos Deus como, realmente, Ele é revelado e apresentado nas Escrituras Sagradas, estaremos sujeitos a muitas dificuldades na compreensão e entendimento da sua Palavra, dos seus propósitos, dos seus caminhos, dos seus decretos, das suas determinações, da sua santidade, do seu amor, da sua graça, da sua misericórdia, do seu perdão, sabedoria, bondade, fidelidade, justiça, benignidade, da sua presciência, do seu poder, onisciência, onipresença, onipotência, da sua soberania..., e, finalmente, seremos fadados ao insucesso, fracassos e distorções na interpretação da Bíblia e, consequentemente, no seu ensino e apresentação, além de potenciais autores e fabricantes das mais diversas, estranhas, equivocadas, enganosas e nocivas heresias.

Com isso em perspectiva, apresento, a seguir, algumas considerações básicas necessárias a um conhecimento mínimo e elementar de Deus, mostrando um pouco do que Ele é e o que precisamos saber a seu respeito. Ou seja, como devemos conhecê-Lo.

Eis algumas premissas fundamentais:

1) Deus é Onipotente, Todo-Poderoso, mesmo!!! Com todas as letras e todo o entendimento. Isto é, com exceção do pecado (porque é impossível que Deus peque), Ele pode, realmente, TODAS AS COISAS. Ele é, na expressão mais exata, profunda e abrangente da palavra, o Deus Todo-Poderoso, mesmo. O único Soberano e Senhor dos mundos ou universos visíveis e invisíveis; sobre todas as coisas animadas e inanimadas; seres viventes espirituais e naturais, poderes, principados, potestades, áreas de conhecimento, do passado, presente e futura, das coisas que já existiram e não existem mais; das coisas que existem agora e das coisas que vierem a existir no futuro próximo ou distante, etc. Detentor e autoridade máxima e a última palavra sobre todas as coisas.
Ele é autossuficiente em tudo e jamais teve, tem ou terá necessidade de alguma coisa.
Ele é o Senhor total e absoluto de todas as verdadeiras ciências e de todo o curso da pré-história, da história presente e da futura e vindoura pós-história. Filosofando ou não, ELE É!

2) Deus é Onisciente, mesmo!!! Isto é, Ele sabe, realmente, da forma infinitamente mais profunda, abrangente e plena, de todas as coisas, sem nenhuma exceção.
Só Ele possui o único e infinito conhecimento de tudo que existe e do que não existe ainda e de qualquer outra coisa ou ser que tiver ou não a possibilidade de existir.
Nisso naturalmente está inclusa a sua presciência. Ou seja, Ele, e somente Ele, é presciente; sabe de todas as coisas passadas, presente e futuras. Todas elas juntas e por antecipação. Sabe de todas as coisas antes que elas aconteçam e não se limita ao tempo cronológico.

3) Deus é Onipresente, mesmo!!! Isto é, Ele está em plenitude (enche tudo, se Ele quiser, de acordo com a sua vontade perfeita e soberania) em todos os lugares dos inúmeros universos visíveis e invisíveis. Nada há nesse (ou em qualquer outro) aspecto de sua perfeição, que possa conduzir ou induzir a alguma ideia, forma ou expressão de panteísmo. Estando descartada toda sugestão a esse respeito.

4) Ele é TODO amoroso e misericordioso, mesmo!!!

5) Ele é TOTALMENTE justo, mesmo!!!

6) Ele é INFINITAMENTE santo e sábio, mesmo!!!

7) Ele é ABSOLUTAMENTE perfeito, mesmo!!!

8) Ele não faz nem fala absolutamente nada em vão, nem à toa, nem sem razão, nem sem sentido, nem sem propósito, nem tolamente, nem sem sabedoria, nem injusto, nem falso, nem hipócrita, nem mentiroso, nem enganador, nem ingênuo, nem sem conhecimento profundo e total, nem inconsequente, nem enganado ou enganador, nem inadequado, nem irrelevante, nem equivocado, nem presunçoso, nem arrogante, nem egoísta, nem irracional, nem incompleto, nem sem autoridade absoluta, nem fora do tempo ou fora de hora, nem fingido, nem desamoroso, nem egoísta, nem errado, nem imperfeito, nem irracional, nem rancoroso, nem imperfeito, nem pelas metades ou incompleto.

9) Ele soberanamente pode, se quiser, exercer a sua vontade perfeita em todas as coisas ou pode, soberanamente, decidir por usar ou não a sua vontade permissiva em e para qualquer coisa e para a finalidade que desejar. Isso inclui o que está escrito na Bíblia ou que está fora dela. Isto é, o que ela não menciona ou naquilo em que ela é silenciosa, segundo o entendimento meramente humano ou intelectual.

10) Ele nunca foi, não é nem jamais pode ser frustrado em todos os seus planos, propósitos ou determinações, nem ser surpreendido, mesmo que possa parecer que sim. Ele não age de improviso nem emendando ou remendando coisas ou realidades. Ele tem traçado e esquematizado todos os seus alvos, seus planos e projetos, para tempos predeterminados e promulgado seus decretos desde a eternidade passada; desde tempos imemoriais, tudo perfeita e sabiamente concebido, planejado e determinado.

11) Ele nunca se enganou, jamais se engana ou se enganará a respeito de nenhuma e qualquer coisa.

12) Ele nunca se arrependeu, se arrepende ou se arrependerá de nada. Ele não precisa disso; nunca fez nem faz uso disso em nenhum momento da história. Isso não tem cabimento em seu caráter perfeito. Ele nunca faz nada que possa necessitar, provocar ou exigir seu "arrependimento".
Obs.: palavras a respeito de Deus nesse sentido são próprias e afetas aos seres humanos, tendo sido traduzidas para a Língua Portuguesa inadequadamente.

Precisamos conhecer a Deus, pelo menos como Ele se revelou e se revela ao ser humano na Bíblia, na natureza e nos relacionamentos entre os seres viventes espirituais, humanos ou animais irracionais. É lógico que, talvez, possa ser que não cheguemos a conhecê-Lo na sua plenitude; isto é, naquilo em que Ele ainda não quis se revelar pelas razões que só Ele pode dizer, mas podemos conhecê-Lo naquilo que Ele desejou e, de fato, se manifestou a nós.

Deus é perfeitamente, profundamente e totalmente justo, santo e amoroso em tudo que pensa, julga, fala, ensina, faz e ordena.

Toda interpretação da Bíblia que não tem essas premissas como fundamento e ponto de partida é falaciosa, tendenciosa, orgulhosa, independente de Deus, presunçosa, falsa e não possui nenhum valor.

Deus é imutável! Ele nunca muda! Ninguém nem nada consegue melhorar ou piorar Deus. Isso é impossível! Deus é intocável e inatingível na sua santidade e perfeição.

Deus não precisa de nada! Ninguém consegue dar nada para ele. Ele é plenamente autossuficiente! Ninguém nem nada consegue fazer-lhe bem ou mal; nem influenciá-lo para o bem ou para o mal.
 

Todas essas coisas que foram ditas não são um simulacro utópico nem ideal de Deus. É a sua imagem real e revelada na Bíblia.

O que estou dizendo não é nenhum mistério, senão apenas o que está expresso na sua Palavra.

Somente com essas premissas podemos começar a analisar, interpretar, entender e ensinar corretamente a Bíblia Sagrada. Só poderemos obter algum êxito na sua interpretação se, de fato, conhecermos a Deus, pelo menos, dessa forma; com essas singulares características de Sua Pessoa.

Aliás, não temos nenhuma condição de interpretar corretamente a Bíblia sem atender essas condições básicas e mínimas. Sem esse conhecimento preliminar, todo princípio de interpretação da Bíblia será presunçoso e estrábico já no seu nascedouro.

Baseados nessas facetas de suas perfeições, podemos evitar e, de fato, escaparemos de muitos erros, incompreensões e injustiças que cometemos, imperceptivelmente ou não, preconceituosamente ou não, na tentativa de uma interpretação correta e salutar da Bíblia.

É impossível interpretar corretamente a Bíblia Sagrada sem conhecer de forma correta o Deus da Bíblia. O Deus que, em última análise, a inspirou e escreveu.

Sua mente infinita e perscrutadora conhece ampla, profunda e perfeitamente todas as coisas em todas as suas dimensões, possibilidades e impossibilidades.

Tão somente a partir desse patamar, dessa base e com esse entendimento, concordância e aceitação, é que toda a interpretação da Bíblia pode ser corretamente estabelecida e levada a efeito.


*Algumas referências bíblicas complementares e auxiliares, relacionadas ao tema:
Pv 2.5; Os 4.1; 6.6; Rm 1.21, 28; 11.33; 1 Co 15.34;
2 Co. 2.14; 4.6; 10.5; Ef 1.17; Cl 1.10; 2 Pe 1.2.